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Delegacia de Nilópolis prende acusados de vender cartões clonados em Nova Iguaçu

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Agentes da 57ª DP (Nilópolis) protagonizaram uma situação inusitada nesta terça-feira (28). Eles prenderam um trio de cambistas acusados de vender cartões clonados da Supervia. Até ai normal.

Acontece que a história começa bem antes da atuação dos agentes da delegacia nilopolitana. No início da manhã, o Setor de Inteligência da Supervia acionou a Polícia Militar para denunciar que os cambistas estariam agindo na Estação Ferroviária de Nova Iguaçu. Eles foram levados para a delegacia local e autuados por estelionato e associação criminosa, e liberados em seguida. Porém, 12 horas depois, estavam no mesmo local, para tentar cometer o mesmo crime.

Desta vez a Supervia acionou a 57ª DP (Nilópolis), já que os agentes desta delegacia já investigavam uma quadrilha acusada de praticar o crime. Os policiais saíram de Nilópolis e foram até a estação de Nova Iguaçu e prenderam novamente o trio.

O delegado André Neves, titular da 57ª DP, informou que eles não ficaram presos porque não houve flagrante. O grupo, no entanto, já vem sendo investigado há mais de um ano.

“Na verdade, há uma organização criminosa por trás disso. A Polícia Civil já realizou uma série de ações. Não só a Delegacia de Nilópolis, mas delegacias da capital já realizaram. Há uma hierarquia, uma divisão de lucros. Há, em locais onde há atuação de tráfico, cobrança de pedágio do tráfico. Há locais onde a milícia atua que também cobra para que eles possam atuar lá”, explicou o delegado.

Como funciona o crime

Um vídeo adquirido pela polícia mostra como o crime é realizado muito rapidamente: em menos de um minuto, com o aplicativo do celular, os fraudadores recarregam os cartões, com créditos falsos. Com os presos na estação de Nova Iguaçu foi encontrado um celular com o aplicativo, pelo qual os golpes eram feitos.

Especialista em tecnologia e segurança, João Ferreira explicou como agem os criminosos. Ele alertou que o cidadão comum não está ciente desse tipo de risco.

“O que eles fazem atualmente é usar uma cópia do cartão original, e essa cópia é passada para novos cartões também originais, e com novos créditos que não foram comprados licitamente, são vendidos no mercado como se pode observar”, disse João.

Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo Whatsapp ou Telegram do Portal dos Procurados, no telefone (21) 98849-6099; pela Central de Atendimento, no (21) 2253-1177

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