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Unidade móvel intensifica vacinação contra sarampo em Nova Iguaçu

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Uma parceria entre a Prefeitura de Nova Iguaçu e o Governo do Estado do Rio de Janeiro está ampliando a cobertura vacinal contra o sarampo no município, levando a vacinação para diversos bairros. Desde o início desta semana, uma unidade móvel de saúde está circulando a cidade, vacinando à população, entre 6 meses e 59 anos, contra a doença. 

Nesta quinta-feira (6), a unidade vai estacionar na Praça de São Jorge, no Carmary, e, na sexta-feira (7), último dia na cidade, a unidade estará em Comendador Soares, próximo a Unidade de Pronto Atendimento (Upa). O atendimento é feitas das 8h às 14h.

No último sábado (1°), aconteceu o Dia D de Vacinação Contra o Sarampo, onde mais de quatro mil pessoas foram imunizadas. O secretário de Saúde de Nova Iguaçu, Manoel Barreto, destaca que o município já vem atuando com diversas ações de bloqueio da doença.

A vacina com o sarampo em Nova Iguaçu segue disponível em 50 postos de saúde do município, das 8h às 17h.

Sobre a doença

O sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível e extremamente contagiosa. Os principais sinais são: febre, manchas vermelhas no corpo, tosse, coriza e conjuntivite, independentemente da idade. A transmissão pode acontecer de quatro a seis dias antes o surgimento das manchas e quatro dias após o aparecimento dos sintomas. Os grupos mais vulneráveis à doença são crianças, de 6 meses e 5 anos, e jovens, entre 20 e 29 anos.

A primeira dose da vacina deve ser aplicada aos 12 meses e a segunda, aos 15, sempre respeitando um intervalo mínimo de 30 dias. Pessoas de até 59 anos que nunca se vacinaram, não lembram ou só receberam uma dose, também devem comparecer às unidades de saúde portando a caderneta de vacinação que será avaliada por um profissional. A vacina é contraindicada para pessoas com suspeita de sarampo, imunocomprometidas, gestantes, bebês menores de 6 meses ou alérgicos à proteína de leite de vaca. Neste último caso, o profissional de saúde deve ser avisado da condição para que o bebê receba a dose sem o componente.

As unidades básicas de saúde de Rodilândia, Cerâmica, Santa Clara do Guandu, Santa Eugênia, Prata e Vila Tânia estão passando por reformas e não estão aplicando vacinas.

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