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Obras dos primeiros leitos do Hospital de Campanha de Nova Iguaçu são concluídas

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras do Rio de Janeiro (Seinfra) finalizou, no último fim de semana, as obras físicas do primeiro módulo, com capacidade para 100 leitos (40 de UTI), e a área administrativa do Hospital de Campanha de Nova Iguaçu, destinado a pacientes com coronavírus.

A previsão da Secretaria Estadual de Saúde é de que o hospital da cidade seja entregue na sexta-feira (29). O prefeito Rogério Lisboa vem mostrando preocupação com a taxa alta de ocupação dos leitos, que geralmente passa de sua capacidade.

As instalações do hospital de campanha está à disposição da Secretaria de Estado de Saúde, responsável pela gestão do espaço. A primeira parte da obra faz parte de um complexo, com 300 leitos, sendo 120 UTIs, localizado no aeródromo da cidade, na Avenida Governador Roberto Silveira, nº 1.500. O investimento total é de R$ 62 milhões.

A obra segue agora para a finalização dos outros 200 leitos (80 de UTIs). A área já concluída será totalmente isolada para proteger os pacientes e operários que vão continuar trabalhando normalmente.

– Manteremos o ritmo de intervenções para completar o hospital, que ficará de legado para a população após o fim da pandemia – afirma o secretário de Estado de Infraestrutura e Obras, Bruno Kazuhiro.

Legado

Montado com material modular e resistente, com capacidade para atendimentos de média e alta complexidade, a unidade hospitalar terá 12.800 m2 e estrutura similar aos hospitais de grande porte do estado do Rio. Construído pela empresa Quick House, vencedora da concorrência pública, a estrutura é feita com chapas de aço galvanizado e será o maior hospital nesse formato na América do Sul.

Após o fim da pandemia, o equipamento poderá ficar no local ou ser desmontado e aproveitado para a montagem de um hospital único, ou até três unidades (por módulos), em qualquer região do estado, que necessite de um centro de atendimento de saúde de média e alta complexidade.

Por ser uma estrutura toda parafusada, permite uma facilidade de movimentação para onde haja mais necessidade. A estratégia de utilização ficará a cargo da Secretaria de Estado de Saúde.

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