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Funcionários do Hospital de Nova Iguaçu destacam-se em meio à pandemia da Covid-19

Garantir o bom funcionamento de uma unidade de saúde de grande porte, como o Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), é um desafio diário, ainda mais neste momento de pandemia do novo coronavírus, onde os cuidados são ampliados e protocolos modificados. Nesta quinta-feira (2), data em que se comemora o Dia do Hospital, os mais de dois mil funcionários, entre servidores públicos e terceirizados, continuam desempenhando um papel fundamental em todos os setores.

“O HGNI é uma das únicas emergências para atender à Baixada Fluminense, uma região com cerca de três milhões de habitantes. A demanda é altíssima, mas graças a dedicação, o esforço e o comprometimento dos funcionários, muitas histórias felizes, de vidas que foram salvas, puderam ser contadas”, destaca o secretário municipal de Saúde, Manoel Barreto. “Agradeço imensamente a cada profissional de saúde de Nova Iguaçu pelo trabalho duro em meio à pandemia. Vocês são verdadeiros heróis”.

Servidora pública do HGNI há quase 38 anos, Araci Machado, de 64, acompanhou praticamente toda a história do hospital. “O que seria da Baixada Fluminense sem o Hospital da Posse? Nesse momento de pandemia, ele é um dos únicos a atender casos de coronavírus, com toda segurança, e também de outras patologias. Desde sempre, salvando vidas”, conta Araci, que já atuou em diversos setores da unidade, como CTI, Central de Material de Esterilização, limpeza, rouparia e atualmente é assistente de documentação científica.

Médico do HGNI há três anos, Kelson Cruz atua na emergência da Covid-19 e relatou a experiência no momento mais turbulento da pandemia. “Quando se começou a falar em pandemia, o HGNI saiu na frente de outros hospitais e traçou medidas para o atendimento. No ápice da pandemia, quando alguns profissionais foram infectados, a equipe se uniu ainda mais, um cobrindo o plantão do outro e, assim, conseguimos passar por este período crítico, oferecendo assistência aos pacientes internados na unidade”, explica.

Na data em que se comemora o Dia do Hospital, a família da jovem Kailane dos Santos, de 15 anos, tem mais um motivo para sorrir. A adolescente recebeu alta nesta quinta após passar dias internada e enfrentar duas cirurgias. Ela chegou a ficar no CTI, mas a agilidade das equipes médicas salvaram sua vida. “Os médicos foram verdadeiros anjos em pessoa, além de todos do hospital que cuidaram da minha filha. Não tenho palavras para expressar tudo o que eu senti aqui dentro. Cheguei a pensar o pior, mas hoje estou aqui, comemorando a alta. Ela nasceu de novo” conta, emocionada, Ana Paula dos Santos, de 33 anos, mãe de Kailane.

Uma das principais emergências da Baixada Fluminense, o HGNI realizava, em média, 17 mil atendimentos por mês antes da pandemia, sendo cerca de 40% dos pacientes de outros municípios, com 373 leitos disponíveis. Possui perfil para casos de traumas, média e alta complexidade e conta com atendimento de emergência em ortopedia, pediatria, bucomaxilofacial, cirurgia geral, cirurgia vascular, clínica médica, ginecologia, neurocirurgia e também para Covid-19.

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