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Onça-parda resgatada em árvore é solta na Reserva de Tinguá

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Um felino, que foi resgatado no último 16, após subir em uma árvore no município de Duque de Caxias, foi solto na Reserva Biológica de Tinguá entre os dias 16 e 17 de julho.

O resgate do felino, que aconteceu com ajuda do Corpo de Bombeiros foi feito com uso de dardo tranquilizante .

A onça está em na Reserva Biológica de Tinguá, se recuperando para conseguir voltar à natureza. Já acordou, mas está sonolenta – afirma a analista ambiental Gisele Silva de Medeiros, que trabalha na Rebio desde 2013.

Segundo informações, moradores de uma propriedade particular localizada nas proximidades da BR 040, avistaram a suçuarana em cima de uma árvore. E ela não fazia nenhum sinal de que sairia de lá sozinha. Eles então acionaram os Bombeiros e outros órgãos. Um força-tarefa foi montada com o objetivo de tirar o felino lá de cima.

Ao todo, cerca de 22 pessoas foram mobilizadas no resgate, entre agentes do Comando de Polícia Ambiental (CPAM), Bombeiros, policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), servidores da prefeitura de Duque de Caxias, funcionários da Concer, veterinários da Universidade Estácio de Sá e funcionários da Hypnos Anestesia, que trouxeram o aparato para a anestesia ser administrada, além dos analistas ambientais do Núcleo de Gestão Integrada de Teresópolis, da qual a Rebio do Tinguá, destino final da onça, faz parte desde maio.

Chegando ao local, a gente precisou verificar como estava o animal, tanto as condições clínicas do paciente, que se encontrava bem, quanto seu estado, com medo, em cima da árvore (…). Uma árvore em cima de um barranco que tinha, de um lado uma casa, e do outro um riacho. O que complicava, caso o animal caísse dentro do rio, depois de anestesiado, teríamos uma complicação grande – explica Rafael Nudelmann, responsável pela anestesia.

O animal foi atingido com o dardo e caiu em sono profundo, ainda preso na árvore. Coube a dois bombeiros subirem na árvore com a ajuda de uma escada para puxar o animal. Após o resgate, a onça-parda foi examinada. Pesava 35 quilos e estava saudável, embora com bastante frio.

Já na base da Reserva Biológica do Tinguá, a onça ficou dormindo em um cômodo com colchão e cobertor. Acordou lentamente, ao longo da manhã. Por orientação do veterinário Jefferson Pires, da Universidade Estácio de Sá, que liderou o resgate, era importante que a soltura ocorresse próximo do anoitecer, e assim foi feito. “Demorou uns 15 minutos e saiu”, relata Gisele Silva de Medeiros.

Fonte:O Eco
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